Era uma menina livre e presa
Aos sonhos e ilusões.
Era selvagem ao seu modo,
Pois acompanhada de pássaros,
matas e bichos,
Trazia na vida uma gigante
Mangueira, que escorrida
nas faces, mangas maduras
Manchavam seu rosto e sua roupa.
Seus cabelos, molhados e
tocados de brisa,
brincavam com o vento.
A menina selvagem carregava
Em seus olhos verdes e profundos,
Brincadeiras, artes e imaginação.
Alimentava aves,
Escorregava morros...
E há de relance, no seu riso,
aço, goiaba e mangas.
VERA DA MATA
03/04/2011

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